Durante essa fase, serão avaliados:
Mapeamento das heranças emocionais e comportamentais transmitidas no sistema familiar.
Identificação das formas de defesa e adaptação desenvolvidas ao longo da vida.
Padrões repetitivos de comportamento nas relações e decisões.
Entre eles:
O processo utiliza uma investigação cíclica da vida, considerando que diferentes fases desenvolvem e reforçam padrões específicos.
Formação dos padrões primários de vínculo e sobrevivência emocional:
Desenvolvimento e reforço de estratégias sociais e defensivas:
Reforço e repetição dos padrões já estabelecidos, que passam a influenciar escolhas, relações e identidade.
Desenvolver:
Alto nível de consciência sobre os próprios padrões
Capacidade de perceber gatilhos e repetições
Clareza sobre a origem dos comportamentos atuais
Base sólida para mudança consciente
Em outras palavras, entender profundamente por que você repete o que repete — para então poder agir de forma diferente.
Além da análise terapêutica, esta fase inclui uma avaliação introdutória da expressão corporal dos padrões emocionais.
Após a fase de investigação (fase 1), inicia-se um processo focado na transformação mais profunda dos padrões identificados. Esta fase também se dá em 10 encontros.
O objetivo é:
Trabalhar tensões musculares crónicas que mantêm padrões emocionais antigos ativos no corpo.
Esta fase pode incluir:
O foco passa a ser não apenas compreender, mas transformar na prática.
Promover uma mudança integrada:
Permitindo que a pessoa deixe de operar no automático e passe a agir com maior liberdade, consciência e autonomia.
Esta primeira etapa é composta por 10 encontros terapêuticos, com foco em análise e compreensão das estruturas emocionais, comportamentais e familiares que moldaram o funcionamento atual da pessoa.